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Fecho de Mercados | 11 de maio de 2021

As bolsas norte-americanas seguem em baixa na sessão, com os principais índices de referência pressionados pelas desvalorizações registadas no setor tecnológico. As cotadas deste setor são penalizadas pelas preocupações dos investidores com um crescimento da inflação. As ações tecnológicas começaram a desvalorizar no início deste ano, com o aumento dos receios relacionados com a inflação e taxas de juros mais altas. As cotadas orientadas para o crescimento tendem a ser mais atingidas pelo aumento das taxas, à medida que corroem o valor dos ganhos futuros. (ECO);

Segundo a Reuters, algumas das maiores compradoras de chips do mundo, como a Apple, Microsoft ou a Alphabet (dona da Google), juntaram-se aos principais fabricantes de chips, como a Intel para financiar e impulsionar um projeto que visa aumentar a produção de chips semicondutores em território norte-americano, aproveitando o conjunto de subsídios anunciados pelo governo de Joe Biden para o sector. A recém-formada ?Semiconductors in America Coalition?, que também inclui a Amazon, afirmou esta terça-feira, dia 11 de maio, que vai pedir aos legisladores dos EUA que disponibilizem fundos para o ?CHIPS for America Act? ? iniciativa liderada por Joe Biden através de um apelo ao Congresso para que disponibilize 50 mil milhões de dólares (41 mil milhões de euros). (Jornal Económico);

Bruxelas avançou com um novo processo contra a AstraZeneca, com a União Europeia (UE) a acusar a farmacêutica anglo-sueca de não cumprir o acordo estipulado para o fornecimento de doses da vacina contra a covid-19. Esta é a segunda ação legal que a União Europeia move contra a farmacêutica, depois de ter sido noticiado em abril o primeiro processo. Mas, desta vez, a Reuters indica que Bruxelas poderá procurar uma compensação financeira pelo incumprimento do acordo. O advogado que representa a União Europeia, Rafael Jafferali, em declarações num tribunal belga, pediu à AstraZeneca que entregue um total de 120 milhões de doses da vacina contra a covid-19 até ao final do mês de junho. Inicialmente, a farmacêutica tinha-se comprometido a entregar 300 milhões de doses até ao final de junho - objetivo que, entretanto, tem sido adiado, devido a constrangimentos na produção de fármacos. Até agora, a AstraZeneca conseguiu entregar 50 milhões de doses à União Europeia. (Negócios);

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