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Fecho de Mercados | 11 de fevereiro de 2019

O governador do banco central da Irlanda recebeu esta segunda-feira, 11 de fevereiro, "luz verde" do Eurogrupo por unanimidade para se tornar o próximo economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE). Se o processo decorrer sem percalços, Philip Lane ocupará o novo cargo a partir de 1 de junho com um mandato não renovável de oito anos. Este é mais um passo que visa a nomeação do irlandês para o lugar atualmente ocupado pelo alemão Peter Praet. (Negócios)

A pacificação relativa na relação entre Theresa May e Jeremy Corbyn não é ainda suficiente para que a chefe do governo britânico e o líder da oposição assumam uma posição comum relativa ao Brexit. Esta segunda-feira, a primeira-ministra rejeitou incluir no acordo de saída da União Europeia o estabelecimento de uma união aduaneira com o bloco europeu. Theresa May rejeita assim uma das cinco condições colocadas por Corbyn em troca do apoio a um acordo para o Brexit. (Negócios)

O Banco Central Europeu (BCE) registou um saldo negativo do programa de dívida pública em janeiro, ou seja, o montante dos títulos que atingiu a maturidade superou a quantidade de novas obrigações compradas. No entanto, a distribuição foi desigual entre os vários países: Portugal foi um dos sete países em que compra de dívida até aumentou. Em sentido contrário, Alemanha, Espanha e Holanda foram os países mais prejudicados. (Eco)

O conselheiro sénior da Casa Branca, Kellyanne Conway, disse que o presidente Donald Trump está disponível para reunir-se com o homólogo chinês Xi Jinping proximamente. A garantia dada, em entrevista à Fox News, aconteceu depois de Trump ter afirmado que não havia planos para qualquer encontro antes de março. As negociações do mês passado terminaram sem qualquer acordo e com os EUA a dizerem que ainda será necessário muito trabalho. (Eco)

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